Associação Desportiva de Oeiras 0 - 2 Sporting Clube de Portugal
Associação Desportiva de Oeiras 0 - 2 Sporting Clube de Portugal
Campeonato Nacional de Juniores "B"
Data: 19/10/2008.
Hora: 11h00.
Local: Estádio Municipal de Oeiras.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE OEIRAS: 1 - Pedro Almeida; 2 - Pedro Carreiras; 3 - Duarte Cardoso; 4 - Diogo Sena; 5 - Leandro Morgado; 6 - Gustavo Campos; 7 - Francisco Antunes (15 - José Jordão, 61'); 8 - Nuno Rebelo; 9 - Victor Raymundo (16 - Gonçalo Pina, 61); 10 - Bruno Constantino, cap. e 11 - Ruben Eugénio (14 - Rodrigo Pereira, int.).
Suplentes não utilizados:12 - Daniel Vaz e 13 - Ricardo Queiroz.
Treinador: Sandro Medeiros.
SPORTING CLUBE DE PORTUGAL: 1 - Luís Ribeiro; 2 - Leandro Albano; 3 - Josué Sá, cap.; 4 - Ignacio Ameli; 5 - Ariclene Oliveira; 6 - Afonso Taira; 8 - Tiago Feiteira; 10 - André Cardoso (17 - Danilo Serrano, int.); 7 - Thomas Silva (16 - Mauro Antunes, 47'); 9 - Matheus Coelho (18 - Alexis Quintulén, 70') e 11 - Tiago Cerveira.
Suplentes não utilizados: 12 - João Figueiredo; 13 - Miguel Serôdio; 14 - Daniel Pereira e 15 - William Carvalho.
Treinador: Luís Dias.
Árbitro: Armando Branco (AF Lisboa).
Assistentes: Daniel Alexandre e Pedro Felisberto (AF Lisboa).
Marcadores: 0-1, por Matheus Coelho (12'); 0-2, por Matheus Coelho (17').
Melhores em campo: Nuno Rebelo (AD Oeiras).
Crónica:
Há resultados de 0-2 em que o jogo se traduz num domínio completo da equipa visitante, claudicando esta, apenas, no capítulo da finalização. E depois há 0-2 assim, com duas equilibradas do princípio ao fim do jogo, mas com uma delas a saber aproveitar melhor as oportunidades que lhe são oferecidas. Nesta manhã de Domingo, Sporting e Oeiras defrontaram-se "taco a taco", e o resultado podia perfeitamente ter sido outro para a equipa da casa.
Num campo tradicionalmente difícil, pelas pequenas dimensões e piso acidentado, o Sporting fez alinhar uma equipa com muitas mudanças relativamente àquela que defrontara o Benfica em Alcochete. Assim, na baliza para este jogo surgia Luís Ribeiro, enquanto que a linha defensiva era composta por Leandro Albano, Josué de Sá, Ignacio Ameli (um dos apenas dois titulares que transitavam da semana anterior) e pelo adaptado Ariclene, que surgia a lateral-esquerdo. No meio-campo alinhavam Afonso Taira (o outro "repetente"), Tiago Feiteira e André Cardoso, enquanto que o ataque era assegurado pelos alas Thomas Silva e Tiago Cerveira e pelo ponta-de-lança Matheus Coelho.
Já o Oeiras começava num 4-3-3 a encaixar no dos leões, mas com o tempo e as substituições passaria a assumir um 4-4-2. Do lado da equipa da casa, era o médio Nuno Rebelo quem mais dava nas vistas (grande jogo!), sendo que na segunda parte se destacaram também o guarda-redes Pedro Almeida e o número 14, Rodrigo Pereira, este entrado apenas ao intervalo. No cômputo geral, a equipa do Oeiras talvez tenha apresentado mais futebol que o Sporting, apesar do resultado desfavorável. Ainda assim, este foi um jogo que se pautou pela mediania técnica, apresentando um futebol pouco atraente, onde a luta primava sobre a técnica.
Chegaram, viram e resolveram
O Sporting rapidamente se conseguiu colocar em vantagem no marcador frente a um Oeiras demasiado fechado no seu meio-campo defensivo. Aos 20 minutos, os leões já ganhavam por diferença de dois golos, resultado que, surpreendentemente, se viria a manter atá ao final do jogo.
Nos dois golos, o marcador era o mesmo: Matheus Coelho, que pôs o seu pé esquerdo ao serviço da equipa e aproveitou as duas oportunidades que lhe foram concedidas. Na primeira, aproveitou um erro da defensiva contrária para, dentro da área, desfeitear Pedro Almeida; na segunda, desferiu, novamente com o seu melhor pé, um potente remate de fora da área, que não deixou hipótese ao guardião da casa. Assim, com apenas cinco minutos de diferença entre eles, o Sporting conseguia dois golos que lhe viriam a valer a vitória, num jogo em que não se justificava um resultado mais gordo.
Curiosamente, os tentos leoninos tiveram no Oeiras o efeito oposto do que é costumeiro: os dois golos ajudaram a galvanizar a equipa adversária. O Oeiras percebeu que ainda havia muito tempo para jogar e que nada era impossível, e saiu do seu reduto para tentar causar problemas ao Sporting. Foi nesta fase que o jogo se "espalhou" por todo o campo, com ambas as equipas a aproveitarem bem as alas, tendência que se viria a manter até ao final do jogo.
Nesta segunda metade do primeiro tempo, o jogador que mais se destacou foi o ponta-de-lança do Oeiras, Victor Raymundo. Tecnicamente muito razoável, e dotado de capacidade desestabilizadora e de luta acima da média, este jovem causou alguns problemas ao quarteto defensivo do Sporting, ainda que a maioria das suas investidas tenham sido anuladas a tempo. Do lado do Sporting, era Ariclene quem mais dava nas vistas, pela tranquilidade com que desempenhava a nova função e pela combinação de raça e técnica que apresentava. Os restantes elementos - de ambas as equipas, diga-se - mostravam-se excessivamente preocupados em pontapear a bola para a frente, descurando assim a beleza que faz do futebol um desporto tão atractivo.
Não era, assim, de surpreender que as oportunidades de golo fossem poucas e bastante espaçadas. Depois dos dois "golpes" de Matheus Coelho, só muito esporadicamente qualquer das equipas conseguiu chegar à baliza contrária. Afonso Taira, um dos mais inconformados, tentou por várias vezes alvejar de longe a baliza do Oeiras, mas sempre sem sorte; por outro lado, a equipa da casa só se pode queixar de si própria, pois dispôs de duas boas oportunidades que não aproveitou devido a alguma lentidão de processos, que também acometeu a equipa do Sporting. A primeira deu-se aos 33 minutos, e aqui o mérito foi para Luís Ribeiro, que resolveu bem a situação criada por Nuno Rebelo; no entanto, no segundo dos dois lances, o avançado do Oeiras demora eternidades a decidir o que fazer, acabando por anular a grande oportunidade que criara após bom trabalho sobre os defesas leoninos. Ficava uma sensação de alguma frustração nas bancadas, numa jogada que se deveria ter traduzido no 1-2 para os da casa.
E com este lance de perigo sub-aproveitado se terminava uma primeira parte pautada pela mediania, em que o Sporting tinha uma vantagem confortável,mas que não espelhava o que se passara em campo. Quanto ao Oeiras, lutou muito e foi, por momentos, superior ao adversário; faltava apenas mais rapidez e clarividência à frente de ataque para que o golo pudesse surgir.
A técnica da força
A segunda parte começou numa toada de ainda maior equilíbrio do que a primeira já apresentara. Ambas as equipas faziam uma substituição ao intervalo, e se para o Sporting isto significava apenas maior poder de ataque (Danilo Serrano entrava para o lugar de André Cardoso e alternava com Matheus Coelho entre a frente e a ala direita), para o Oeiras a alteração vinha trazer um novo sistema táctico, com Rodrigo Pereira a substituir Ruben Eugénio e a fixar-se essencialmente na frente, ao lado de Victor Raymundo, com Nuno Rebelo a fechar a ala esquerda. No fundo, um 4-4-2 móvel, destinado a procurar o golo que teimava em não surgir.
No entanto, e apesar da aposta no ataque por parte de ambas as formações, o futebol praticado na segunda parte foi bastante feio. Os da casa não viraram a cara à luta, mas exageraram por vezes um pouco na força das entradas e disputas de bola. Já os leões resolviam quase sempre na base do "chutão", sendo raras as jogadas de entrosamento atacante. Alguns dos elementos do Sporting mostravam até algum nervosismo, como era o caso do guardião Luís Ribeiro, cuja intranquilidade comprometeu, por vezes, a sua exibição.
As oportunidades de golo, essas, continuavam escassas. As duas defesas funcionavam bem e encarregavam-se de anular a maioria dos ataques contrários; os poucos que passavam traduziam-se em cruzamentos inconsequentes ou jogadas cortadas, a tempo, para cantos igualmente inconsequentes. Na retina, apenas um "estouro" por cima do ataque do Oeiras (aos 45') e um livre criado pelos dois Tiagos, com Cerveira a servir bem Feiteira para este cabecear à figura (52'). Três minutos depois, era o próprio Cerveira quem atirava ao lado.
Aos 54', talvez farto de ver tão poucas oportunidades de golo, Ignacio Ameli decide tomar o jogo nas suas próprias mãos. O argentino passa por três jogadores adversários, aproxima-se da área, e remata à figura de Pedro Almeida. Um dos momentos mais "vistosos" da primeira parte, naquele que poderia ter sido um grande terceiro golo.
No entanto, só com as substituições é que o jogo animou um pouco. Isto deveu-se, em grande parte, ao bom entendimento entre Mauro Antunes, segundo entrado, e Danilo Serrano. Os dois criaram, aos 55 minutos, uma belíssima jogada que culminou numa grande defesa de Pedro Almeida, após remate de Danilo Serrano. Nove minutos depois, o cada vez mais apático Matheus Coelho aparece uma última vez, desmarcando-se bem e rematando por alto, ao lado da baliza do Oeiras.
E já que falamos em Oeiras, fique o leitor sabendo que foi à equipa da casa que pertenceu o maior volume atacante da segunda parte. Enquanto o Sporting só esporadicamente surgia, em contra-ataque, os avançados do Oeiras asseguravam-se de que a defesa leonina era mantida ocupada. Destaque especial vai para Nuno Rebelo, que transformou a segunda parte de Leandro Albano num verdadeiro pesadelo para o lateral leonino.
No entanto, a equipa anfitriã continuava a pecar pela quantidade de tempo perdido nas situações decisivas. Os jovens de Oeiras revelaram-se muito lentos a decidir, e também por vezes algo ingénuos, única pecha que lhes pode ser apontada e motivo único para não terem empatado o jogo, ou pelo menos feito o 2-1 que bem mereciam. Aos 65 e 75, os jovens da casa beneficiaram de duas boas oportunidades, ambas de bola parada, mas a indecisão do avançado, no primeiro caso, e a defesa da tarde de Luís Ribeiro, no segundo, impediram a obtenção do golo. A isto, o Sporting respondia com um cruzamento tenso de Tiago Cerveira que levava,mais uma vez, Pedro Almeida a brilhar, e com dois remates inconformados de Mauro Antunes, já ao cair do pano - o primeiro por cima, de meia-distância, o segundo à figura, na sequência de um livre.
Instantes depois de Pedro Almeida segurar a bola do médio leonino, tinha fim um jogo que para os mais desatentos pode ter parecido emotivo (duas boas oportunidades a segundos dos apitos finais de cada parte), mas que para quem esteve nas bancadas foi mal jogado e, a espaços, aborrecido. No fim de uma contenda até demasiado equilibrada, prevaleceu a equipa que melhor soube aproveitar as poucas oportunidades disponíveis. Três pontos difíceis e não inteiramente merecidos para a equipa do Sporting, que mantém no entanto o mérito de, à quinta jornada, se manterem invictos no que toca a golos sofridos. Para a semana, é o Estrela da Amadora quem procurará romper essa inviolabilidade. Veremos se consegue...
Análise individual (Sporting Clube de Portugal):
Luís Ribeiro - Pareceu estranhamente inquieto, sobretudo durante a primeira parte. Foi melhorando com o passar do tempo, e acabou por assinar uma excelente defesa aos 75'.
Leandro Albano - Após primeira parte de relativo acerto, teve uma segunda parte de pesadelo, quando Nuno Rebelo caiu na sua área de acção. Subia por vezes em demasia, deixando solto o 8 do Oeiras, e como consequência foi por diversas vezes ultrapassado por este. Não conseguiu atingir nota positiva.
Ignacio Ameli - Foi o mais tranquilo dos defesas, e pensou sempre muito bem o jogo. Recorreu menos ao "chutão" do que em outros jogos, e ainda fez uma "perninha" a atacar, num bonito lance aos 54'.
Josué Sá - O capitão teve alguns problemas com os atacantes do Oeiras, levando-o a tremer em alguns momentos.
Ariclene Oliveira - Não é, de origem, um lateral-esquerdo, mas ninguém diria. Rápido, raçudo e calmo, fez uma excelente primeira parte, ajudando a dinamizar o ataque. Segunda parte mais discreta, mas foi sem dúvida o melhor elemento do Sporting.
Afonso Taira - Bastante mais vistoso que em outros jogos, destacou-se por algumas excelentes recuperações e por ter tentado o golo num par de remates.
Tiago Feiteira - Discreto, surgiu a espaços auxiliando o ataque. Exibição mais utilitária que vistosa.
André Cardoso - O mesmo que se disse de Feiteira pode-se dizer do número 10 do Sporting. Teve uma primeira parte discreta, em que se limitou a integrar as acções ofensivas da equipa.
Tiago Cerveira - Exibição aguerrida e raçuda. Surgiu mais na segunda parte. Jogou com cabeça e criou perigo. Boa exibição.
Matheus Coelho - É verdade que marcou dois golos, mostrando excelente sentido de oportunidade. Mas também é verdade que esteve "ausente" do jogo durante largos períodos, e que na segunda parte praticamente não existiu. Descreveu a sua exibição como "mais ou menos" e...acertou.
Thomas Silva - Rápido, tentou sempre dar a jogar com qualidade. Objectivo parcialmente conseguido.
Danilo Serrano - Mais uma excelente entrada em jogo. Galvanizado, movimentou-se muito bem e procurou ter a bola. Depois da entrada de Mauro Antunes, revelou bom entendimento com este.
Mauro Antunes - Trouxe os passes de qualidade do costume, mas não conseguiu melhorar a qualidade do jogo...
Alexis Quintulén - Dez minutos do seu tecnicismo habitual souberam a muito pouco. Embora fora de posição, o "baixinho" leonino não se atrapalhou e partiu para uma exibição "à Alexis", desestabilizando e arrancando muitas faltas aos adversários. Os adeptos queriam mais!

Declarações:
Matheus Coelho (jogador do Sporting):
Sobre o jogo:
"Passámos algum tempo sem pousar a bola no chão, sem passar de pé para pé. Quando o 'mister' consertou isso, com alguns jogadores, melhorou. Passámos a jogar no chão, começámos a pressioná-los, e quase fazíamos mais dois golos. Foi bom."
Sobre a sua exibição:
"Foi mais ou menos, porque me doía um pouco a cabeça, e estava enjoado...Mas foi bom para mim, fiz dois golos!"
Sobre as dificuldades causadas pelo Oeiras:
"Ficaram muito atrás. De cada vez que atacávamos, eles enviavam muitos 'balões' para a frente. Chutavam a bola para a frente, para chegar logo ao ataque deles, e era muito difícil".
Sobre a próxima jornada:
"Temos que ganhar! Não interessa o resultado que tivemos aqui. Queremos sempre mais, fazer muitos golos...Temos muitos objectivos para a época, mas temos mesmo é que ganhar!"
Flash-Interview (Ficheiro Audio) - Mister Luís Dias
Texto: Pedro Benoliel.
Imagem: Academia de Talentos.
19.10.2008 18:44h | Ocultar ou Mostrar Comentários |
Juvenis A
Dia 19.10.2008, às 19:43, RebentaABomba disse...
Já se torna rotineiro vir aqui pelos motivos que venho hoje...
Foi a entrevista do Januário Camarinha... Foi o jogo com o Leiria do avesso, com mudanças tácticas à mistura... Foi o jogo contra o Benfica todo do avesso, chegando ao ridículo de considerar HERÓI um GR que deu 2 golos ao adversário e sem mais defesas de registo, desvalorizando por completo a exibição segura do Sporting... E hoje é o jogo contra o Oeiras, onde o "jornalista" demonstra que as noites de sábado são sempre muito complicadas para ele e que devia ficar em casa ao domingo de manhã até a náusea passar...
Dizer que o resultado podia ser outro que não a vitória do Sporting é atirar baldes de estrume para a cara dos leitores deste jornal online...
"Três pontos difíceis e não inteiramente merecidos..."
Ler isto ou ler três frases da entrevista ao Januário Camarinha, têm sobre mim o mesmo efeito: diarreia...
Dizer que o campo do Oeiras é difícil pelas reduzidas dimensões, dá ideia de que o "jornalista" nem foi ver o jogo, nem tão pouco alguma vez pôs os pés no campo do Oeiras...
Dizer que o guarda-redes do Sporting, Luís Ribeiro, esteve intranquilo, é uma falsidade de todo o tamanho e é a demonstração da falta de capacidade para analisar o desempenho dos jogadores e muito concretamente dos guarda-redes, ainda para mais, se nos lembrarmos da forma como foi analisado o desempenho de Fábio Reis, guarda-redes do Benfica no último jogo.
Há mais imprecisões, como a que coloca Danilo e Matheus a trocarem de posição... Já aqui disse e volto a repetir: trocas posicionais originadas pelo desenrolar de uma jogada não devem ser confundidas com trocas posicionais efectivas!
Isto analisado por mim, que sou apenas mais um que senta o cú na bancada!!! Não percebo nada de jornalismo, mas vejo Futebol há muitos anos e consigo reconhecer um jornalista imparcial quando o vejo... Isto quer essa imparcialidade seja propositada ou seja só por insuficiência...
Sr. Pedro Benoliel: a época não começou bem para si... Em 4 jogos analisados a esta equipa do Sporting, ZERO pontos!!! Se a isto juntarmos os "jogos particulares" (as entrevistas a Januário e Diogo Viana, por exemplo), vocês está neste momento com pontos negativos... Não vai ser fácil a manutenção!!! Se calhar os jogos do Distrital são mais competitivos para si...
Espero que este comentário seja publicado, pois os jornalistas não são imunes à crítica...
Dia 19.10.2008, às 21:25, o observador disse...
Não me parecem justas as analises individuais,é não dar valor ao trabalho desenvolvido e andam a fazer favores a alguem.
Dia 21.10.2008, às 00:40, SCP disse...
A mim parece-me que os reporteres dete site em que sao destacados para ir ver jogos de juvenis, juniores...deveriam encarar os jogos com mais seriedade e lembrarem-se que a analise dos jogos vai ser vista por muitas pessoas ou seja vai ser atribuida muita importancia áquilo que se ve escrito....eu estive presente no estadio e nao me pareceu que muitas destas analises individuais se aproximem sequer daquilo que se passou em campo, eu compreendo que para uma pessoa seja algo dificil dizer com precisao a exibiçao de 14 atletas ou mais visto que aqui o mlehor em campo ate é do oeiras...mas se é uma dificuldade que destaquem mais reporteres para cada jogo de maneira a que cada leitor que nao assiste ao jogo ao vivo possa ter uma perfeita noçao do que se passou no campo. Mas ainda assim os meus parabens pelo site que esta muito informativo. Os meus cumprimentos e obrigado
Dia 21.10.2008, às 19:01, observadora disse...
Com respeitosos cumprimentos
Espero que publiquem o meu comentário porque tambem tenho o direito a dizer o que penso.
Muito obrigado.
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