Benfica 1 - 0 Estoril (Iniciados A/Nike Premier Cup)
Escalão: Iniciados A.
Local: Parque Desportivo Fernando Magalhães.
Data: 21 de Março de 2008.
Equipa de Arbitragem (Associação de Lisboa): Árbitro - Aurélio Afonso, Auxiliares - Pedro Ferreira e Fernando Valente.
Sport Lisboa e Benfica: Hernâni (GR), José Santos, João Santos (cap.), Diogo Lemos (Gonçalo Dias 31) e Daniel Martins (André Costa 25), Marco Grilo, Gerson (Sancidino Silva 20), Toni Sá, Miguel Herlein, Bakary e Martim Águas (Pedro Dias 20).
Suplentes não utilizados: Ângelo Martins.
Equipa Técnica: Bruno Lage (Treinador), José Bruno (T. Adjunto), Alberto Arruda (Delegado).
Estoril Praia: Pedro Carvalho (GR), Duarte Rico, Bernardo Lopes, Diogo Moreira, Bernardo Lima, Ruben Silva, Diogo Freitas (Cap.), Fábio Dias, Carlos Oliveira, José Gama (Francisco Baptista 33) e Diogo Miranda (Ricardo Feijó 20).
Suplentes não utilizados: Emanuel Serra, Francisco Pinto e Ricardo Costa.
Equipa Técnica: Treinador: António Prazeres (Treinador), Luís Magalhães (T. Adjunto), João Teixeira (Delegado)
Resultado Intervalo: 0-0
Marcador: Miguel Herlein (40 mins).
Acção Disciplinar: Sem ocorrências.
Melhores em Campo: Marco Grilo (Benfica) e Pedro Carvalho (Estoril).
Comentário ao jogo:
Sem apresentar o esquema táctico habitual o Benfica entrou em campo com um 4-4-2, frente a um Estoril bastante defensivo. Numa primeira parte em que as duas equipas mostraram pouco futebol, cedo se percebeu que a equipa encarnada era a que mais procurava o golo. Logo aos dois minutos numa iniciativa pela direita de Toni Sá, o Benfica chegou pela primeira vez à baliza do Estoril mas sem perigo, através de um cruzamento longo de Miguel Herlein. Corridos seis minutos foi a vez de Martim Águas fazer uso do seu remate que saiu frouxo e para as mãos de Pedro Carvalho.
Num jogo muito disputado a meio campo e com a equipa da linha bastante recuada, Marco Grilo, um dos mais inconformados do lado encarnado, remata com força mas para fora à passagem dos dez minutos. Na jogada mais bonita do encontro, um passe longo do médio defensivo encarnado possibilita uma tabela entre Bakary e Águas dentro da área, sobrando depois para Marco Grilo que finaliza sem sucesso para fora. Já depois do primeiro quarto de hora o Benfica conseguiu ganhar o primeiro canto. No segundo tempo e com algumas alterações em ambas as equipas, o Benfica voltou a entrar com maior vontade de fazer o golo, embora nos instantes iniciais o Estoril ainda tentasse espreitar a baliza defendida por Hernâni. Com Sancidino em campo, a equipa da Luz arriscava mais no ataque, ao invés do Estoril que abdicava cada vez mais de atacar, muito por culpa dos jogos de apuramento que teve de realizar na quarta e quinta-feira.
Com o Benfica praticamente todo instalado no meio campo canarinho notava-se um maior desgaste dos jogadores adversários, que mesmo com as alterações feitas durante a partida pouco ou nada mudaram a história do encontro. Com meia hora de jogo corrido, o centro campista encarnado, Toni Sá, voltou a estar em evidência com mais uma jogada individual pelo corredor esquerdo, que terminou com um cruzamento longo para a linha de fundo. A dois minutos do fim a melhor oportunidade de jogo para os encarnados, depois de um remate à entrada da área de Toni Sá, Pedro Carvalho defende para a frente onde surge Bakary na recarga, possibilitando novamente a defesa do jogo ao guarda-redes canarinho. Quando já todos pensavam nos penalties, Sancidino que esteve apagado durante toda a segunda parte, sofre uma falta à entrada da área. Do livre nasce o golo do Benfica, com Miguel Herlein a bater rasteiro para o fundo das redes. O árbitro apitava para o final do encontro segundos depois. Vitória justa da equipa que mais procurou o golo.
Análise individual dos jogadores do Benfica:
Hernâni: Pouco ou nada teve de fazer, quando foi chamado ao serviço mostrou-se atento.
José Santos: Seguro a defender, apoiou pouco o ataque.
Diogo Lemos: Sem opositor directo, fez o que lhe competia sem grandes problemas.
João Santos: Sereno atrás, não teve muito trabalho.
Marco Grilo: Seguro a defender e forte a atacar, apareceu algumas vezes a finalizar e a construir jogadas de ataque. Sendo o jogador mais consistente do lado encarnado, destacou-se pelos passes longos e bem direccionados.
Gerson: Tocou poucas vezes na bola e acabou por ser substituído ao intervalo.
Miguel Herlein: Esteve afastado do jogo durante toda a partida, mostrando por vezes alguns pormenores técnicos. Acabou por ser decisivo na marcação do golo através de um livre directo.
Toni Sá: Combativo e batalhador, tentou pegar no jogo sempre que pode. Tentou por vezes a jogada individual mas sempre sem sucesso.
Bakary: Sem espaço para poder mostrar o seu futebol, ficou abaixo das expectativas e falhou o golo na melhor oportunidade do encontro.
Martim Águas: Devido à enorme povoação dos jogadores do Estoril na defesa nunca conseguiu dar nas vistas e acabou por sair ao intervalo.
Sancidino: A sua entrada não acrescentou nada ao jogo, mas acabou por ser decisivo ao sofrer a falta que deu origem ao golo.
Pedro Dias: Pouco em jogo, acabou por passar ao lado do encontro.
André Costa: Entrou com muita vontade de mostrar serviço, batalhou e correu bastante.
Gonçalo Dias: Contribuiu para o pressing final da equipa encarnada, mas sem grandes oportunidades de mostrar o seu futebol.
Texto: Ricardo Nascimento/Academia de Talentos.
Imagem: Academia de Talentos.
21.03.2008 20:56h | Ocultar ou Mostrar Comentários |
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