Sport Lisboa e Benfica 2 - 1 Futebol Clube do Porto (Juvenis A)
Campeonato Nacional de Juvenis. Apuramento do Campeão - 5ª jornada.
Local do jogo: Campo nº1 do Caixa Futebol Campus - Seixal.
Data: 8 de Junho de 2008.
Equipa de arbitragem: Hugo Cardoso, auxiliado por Diamantino Costa e Diamantino Guerreiro (AF Évora).
SPORT LISBOA e BENFICA: Fábio Pereira, Tiago Ribeiro (Diogo Figueiras, 62'), Roderick Miranda, André Campos (cap.), André Dias, Abdel Vieira, Toumany, Ruben Pinto (Silvério Camara, 51'), Nelson Oliveira, Lassana Camará e Domingos Silveiro (Artur Lourenço, 60').
Suplentes não utilizados: Fábio Reis, Pedro Ferreira, Paul Keita e André Delfino.
Equipa Técnica: João Couto (treinador).
FUTEBOL CLUBE do PORTO: Maia, Paulinho, Bruno, Ramon, Anjo, Sérgio Oliveira, Claro (Serginho, 78'), Dias, Filipe (Caetano, 52'), Amorim (cap.) e Alex (Cardoso, 70').
Suplentes não utilizados: Tiago, David, Zé Pedro e Luís.
Equipa Técnica: José Guilherme (treinador).
Marcadores: Filipe (24') para o Porto; Silvério Camara (80') e Diogo Figueiras (85') para o Benfica.
Acção disciplinar: Amarelo: Lassana Camara (42'), Tiago Ribeiro (47'), Nelson Oliveira (80') e Silvério Camara (80') do Benfica; Bruno (67') do Porto Vermelho: Sérgio Oliveira (46') do Porto.
Melhor em campo: Nelson Oliveira do Benfica.
Comentário ao Jogo:
O jogo de hoje colocou frente a frente dois eternos rivais, o Sport Lisboa e Benfica e o Futebol Clube do Porto. A quinta jornada do campeonato nacional de juvenis ditou que a equipa de Lisboa recebesse, em casa, a equipa azul e branca com vista ao apuramento do campeão. E mais certo não poderia estar. Com dois jogos por disputar, o Benfica encontrava-se, a par do Porto, na primeira posição da tabela classificativa, ambos com oito pontos. O Sporting ocupava a terceira posição com cinco pontos, deixando o Boavista na última posição sem qualquer ponto. Assim, bastava uma destas equipas vencer o jogo (e esperar que o Sporting não conseguisse a vitória) e o campeão ficaria apurado.
Vestidas completamente de encarnado (não mais que uma dezena de adeptos portistas), as bancadas transmitiam muita festa, mas também muita apreensão.
João Couto, treinador do Benfica, optou pelo esquema táctico habitual, o 4-3-3. Fábio Pereira na baliza, Tiago Ribeiro como defesa-direito, André Dias como defesa-esquerdo e Roderick Miranda e André Campos como defesas centrais. O trio do meio-campo foi composto por Abdel Vieira, mais recuado, Lassana Camara e Ruben Pinto, mais à frente. A frente de ataque coube a Domingos Silveiro, do lado direito, Nélson Oliveira, do lado esquerdo, e Toumany, a ponta-de-lança.
A equipa azul e branca optou por um esquema táctico semelhante, apenas invertendo o triângulo do meio-campo. Assim, Maia foi o guarda-redes escolhido, acompanhado por um quarteto defensivo composto por Paulinho, do lado direito, Anjo, do lado esquerdo, Bruno e Ramon no centro da defesa. Mais à frente, Sérgio Oliveira e Dias ocupavam o meio-campo defensivo, com Amorim mais avançado. Claro foi o ala-direito, Alex o ala-esquerdo e Filipe o ponta-de-lança.
A partida iniciou com a posse de bola a pertencer ao Benfica. O jogo ameaçava ser bastante disputado com oportunidades de golo para ambos os lados. E foi isso mesmo que aconteceu. Logo aos dois minutos de jogo, Domingos Silveiro remata mas a bola sai ao lado da baliza de Maia. Dois minutos mais tarde, foi a vez do central Roderick Miranda tentar a sua sorte de fora da área, porém, a bola saiu por cima da baliza portista. A equipa nortenha via, assim, o adversário tentar inaugurar o marcador de forma a resolver cedo o encontro.
O primeiro canto do jogo pertenceu ao Futebol Clube do Porto (6'), mas não teve qualquer efeito prático. Os azuis e brancos optavam mais pelo lado esquerdo do ataque, solicitando a técnica e velocidade do extremo Alex, enquanto que o Benfica delegava as funções atacantes aos seus três homens da frente, preferencialmente, em Nélson Oliveira. Lassana Camara e Domingos Silveiro também estiveram bastante irrequietos nos primeiros minutos, combinando muito bem em jogadas de ataque.
A equipa da casa jogava melhor, praticava um futebol mais desenvolto e atraente. Porém, coube ao Futebol Clube do Porto a primeira jogada perigosa do encontro, com uma excelente arrancada do ala-direito azul, passando facilmente por André Dias, e cruzando para o centro da área, contudo, Filipe não chega a tempo de emendar para dentro da baliza. Começaria, neste lance, o ascendente do Porto que, três minutos mais tarde dispõe de mais uma excelente oportunidade de golo. Uma bola bombeada para a defensiva benfiquista, Tiago Ribeiro amortece mas esquece-se que Alex está ao seu lado. Este, rouba-lhe a bola e, perante a oposição do guarda-redes Fábio Pereira, coloca a bola no poste direito da baliza encarnada.
Foi um calafrio para a equipa da casa que, um minuto depois viu novamente a bola embater no poste da sua baliza, desta vez após um remate do ponta-de-lança Filipe. O Benfica tenta reagir e chega mesmo a pedir grande penalidade num lance confuso dentro da área azul e branca. O árbitro estava atento e agiu bem ao não assinalar qualquer infracção.
O Porto acaba por chegar ao golo, decorria o minuto 24. Ramon coloca a bola em Filipe e este, com um remate bastante forte, coloca à prova o guardião benfiquista. Fábio Pereira tenta agarrar a bola, mas esta escapa-lhe da mão e entra na baliza. Um lance em tudo idêntico ao que sucedeu no Benfica-Porto na época 2004/2005, quando Baía retira a bola de dentro da baliza. Desta vez, o árbitro ajuizou bem.
O Benfica reage dois minutos mais tarde com uma excelente combinação entre Ruben Pinto e Nelson Oliveira. O avançado leva a bola, passa em velocidade pela defensiva azul e branca e remata forte, mas à figura de Maia.
O jogo estava enérgico, bem disputado e com diversas incursões atacantes por parte de ambas as equipas. O Futebol Clube do Porto, porém, demonstrava mais eficácia na concretização das suas jogadas.
Ao minuto 31, mais uma boa jogada de Alex, um dos melhores em campo, que passa pelo lateral-direito encarnado e cruza para a cabeça de Dias que proporciona uma óptima defesa ao guarda-redes benfiquista. Três minutos depois, o Benfica dispõe de um livre perigoso. Ruben Pinto coloca a bola na área e Domingos Silveiro, sem qualquer oposição, cabeceia por cima do travessão da baliza de Maia.
Já em cima do intervalo, Lassana Camara vê o cartão amarelo após uma falta algo aparatosa sobre o número cinco do Porto, Anjo. Na sequência deste lance, o treinador do Benfica João Couto é advertido pelo árbitro. O jogo vai assim para intervalo com uma vantagem de um golo para a equipa visitante.
As duas equipas regressam dos balneários sem qualquer alteração. Cabia, agora, ao FC Porto a primeira posse de bola do segundo tempo. Alguma confusão inicial, com a bola muito pelo ar durante os primeiros minutos.
Ao minuto 42, nova oportunidade de golo para a equipa encarnada, desta vez por intermédio de Nelson Oliveira que, após um bom passe de Ruben Pinto e sob pressão do central Ramon, não consegue bater o guarda-redes azul e branco.
O Porto mantém a pressão a meio-campo e, após uma jogada confusa dentro da área encarnada, Alex remata, de pé direito, por cima da baliza. Decorriam 46 minutos de jogo quando, enquanto se esperava a marcação de um canto, Sérgio Oliveira agride Ruben Pinto. O árbitro não hesitou e mostrou o cartão vermelho directo ao centro-campista. Na sequência do canto, um corte limpo de Tiago Ribeiro, já fora de área, provoca uma queda aparatosa do jogador portista Claro. O árbitro entendeu que o defesa encarnado entrou em falta e mostrou-lhe o cartão amarelo.
Mesmo com menos um elemento, o FC Porto não desarmava e apostava numa táctica improvisada de 4-3-2. Ao minuto 51, João Couto decide substituir Ruben Pinto por Silvério Camara, com vista a dar uma maior profundidade atacante ao jogo encarnado. Um minuto mais tarde, o treinador José Guilherme responde com a entrada de Caetano para o lugar de Filipe.
Caetano entrou muito bem no jogo, passando em velocidade pelo central Roderick Miranda, mas o remate saiu ao lado. Apesar de jogar apenas com dez jogadores, o jogo praticado pelo Porto anulava essa desvantagem.
Silvério Camara também entrou em jogo de forma bastante positiva, tendo rematado forte à baliza portista, porém, sem problema de maior para o guarda-redes. Ao minuto 60, nova substituição na equipa da casa: sai Domingos Silveiro para entrada de Artur Lourenço. Dois minutos depois, é a vez de Tiago Ribeiro ceder o lugar a Diogo Figueiras.
O jogo tornava-se cada vez mais emotivo, com muita luta essencialmente perto das balizas. Com 68 minutos de jogo, Artur Lourenço conduz a bola, centra para a área e Abdel Vieira remata proporcionando uma grande defesa ao guarda-redes Maia. A bola acaba por sobrar para Nelson Oliveira que remata forte, mas a bola não passa pela defensiva portista.
Aos 70 minutos, Alex é substituído por Cardoso, fazendo com que o Porto opte, agora por um esquema táctico de 4-4-1. Três minutos mais tarde, uma excelente oportunidade de golo para o Benfica, através do central Roderick Miranda, mas bem anulada pela defensiva do Porto.
Com o resultado desfavorável, o Benfica atacou com todos os jogadores, lutando em busca do golo do empate, golo esse que surgiu em cima do minuto 80. Uma grande jogada de Silvério Camará que coloca a bola em Nelson Oliveira, este abre para o remate de Artur Lourenço, e de novo Silvério Camará a encostar. Foi uma autêntica explosão de alegria quer no relvado quer nas bancadas.
Com cinco minutos de desconto dados pelo árbitro, o Benfica ainda tinha tempo para lutar pelo segundo golo e, consequentemente, pela vitória no campeonato. O Porto ainda poderia ter marcado o seu segundo golo e terminado com o jogo, através de Caetano, mas foi o também recém-entrado Diogo Figueiras que colocou o Benfica na frente do marcador. Nelson Oliveira foi o autor da assistência.
Uma reviravolta emotiva por parte da equipa encarnada que, em apenas cinco minutos, conseguiu passar de uma situação de vencido para vencedor. O Benfica tornara-se, assim, campeão nacional de juvenis.
Análises Individuais (Sport Lisboa e Benfica):
1- Fábio Pereira: Esteve seguro durante o jogo, mas teve culpas no golo.
2- Tiago Ribeiro: O lateral-direito encarnado demonstrou muito esforço e garra. Porém, teve algumas dificuldades na primeira parte com o extremo azul-e-branco Alex.
3- Roderick Miranda: O defesa-central foi o elemento da defesa que transmitiu maior confiança à restante equipa.
4- André Campos: O capitão encarnado esteve seguro mas algo inconstante nas abordagens que fez aos lances. Tanto ganhava categoricamente como perdia a bola de forma infantil.
5- André Dias: O golo surgiu do seu lado. Algo inseguro durante a primeira parte.
6- Abdel Vieira: O trinco iniciou bem o jogo, controlando o meio-campo da sua equipa, mas foi perdendo influência ao longo da primeira parte. No segundo tempo, consolidou a sua importância no centro do campo.
7- Toumany: O avançado esteve muito movimentado na frente.
8- Ruben Pinto: O chamado médio box to box fez uma boa partida.
9- Nelson Oliveira: Muito bom jogador, rápido e com muita técnica. Causador de muitas dores de cabeça na defesa azul-e-branca.
10- Lassana Camara: Camará marcou o ritmo de jogo da equipa. Bastante rápido e de elevada importância nas incursões ofensivas da sua equipa.
11- Domingos Silveiro: Muito irrequieto, criando algumas oportunidades de golo do lado direito do ataque encarnado.
16- Diogo Figueiras: Entrou para o lugar de Tiago Ribeiro e foi o autor do segundo golo encarnado. Bom jogo.
17- Artur Lourenço: Entrou para o lugar de Domingos Silveiro, ao minuto 60 e esteve muito activo. Trouxe dinâmica ao encontro, tendo realizado uma boa partida.
18- Silvério Camara: Substituiu Ruben Pinto e acabou por ser crucial no encontro. Entrou e marcou o golo do empate e esteve envolvido no golo da vitória.
Análises Individuais (Futebol Clube do Porto):
1- Maia: O guarda-redes esteve muito seguro durante todo o encontro. Não teve culpa nos golos sofridos.
2- Paulinho: O defesa-direito portista teve muitas dificuldades iniciais para travar as investidas atacantes de Nelson Oliveira, mas com o passar do tempo, foi conseguindo controlar a situação.
3- Bruno: Defesa central muito seguro.
4- Ramon: Fez uma boa dupla com Bruno, transmitindo bastante segurança aos seus companheiros.
5- Anjo: Teve muito trabalho com o ala benfiquista Domingos Silveiro, mas nunca se deixou bater.
6- Sérgio Oliveira: Foi um pêndulo do meio-campo. Todas as bolas passaram por ele. Manchou o jogo com a agressão a Ruben Pinto, e consequente expulsão.
7- Claro: Jogador muito rápido, com algumas intervenções durante o jogo mas com pouca eficácia.
8- Dias: Muito bom jogador, com grande capacidade física.
9- Filipe: Ponta-de-lança de baixa estatura mas muito irrequieto e difícil de marcar.
10- Amorim: O médio organizador de jogo do Porto passou um pouco ao lado do jogo.
11- Alex: Muito em destaque nos minutos iniciais, através de cruzamentos para a área. O melhor jogador do FC Porto.
16- Cardoso: Substituiu Alex aos 70 minutos, mas não esteve próximo da exibição do seu colega.
17- Serginho: Entrou para o lugar de Claro quando faltavam dois minutos para o fim. Não teve tempo para mostrar o seu valor.
18- Caetano: Avançado muito rápido, causou alguns embaraços à defensiva encarnada.
Declarações:
Treinador do Benfica João Couto:
"Foi um jogo muito sofrido. Acreditámos sempre na vitória e, devido à nossa união e ao nosso espírito de sacrifício, conseguimos o nosso objectivo. Quero dedicar este campeonato à minha família, aos meus amigos, aos meus atletas, à minha escola e a todos os sócios e simpatizantes do Benfica."
Treinador do Porto José Guilherme:
"Fizemos um excelente jogo, demonstrando sempre a nossa superioridade. Infelizmente, nos últimos cinco minutos o Benfica conseguiu dar a volta ao resultado o que provocou em nós muita tristeza e frustração. No entanto, quero felicitar o treinador do Benfica e todos os seus jogadores pela vitória e pelo título de campeão."

Jogador Benfica Ruben Pinto:
"Entrámos muito ansiosos no jogo, mas conseguimos atingir o nosso objectivo. Ser campeão é uma sensação excelente, indescritível."
Jogador Benfica Abdel Vieira:
"Foi um jogo bastante equilibrado. Tivemos infelicidade no golo sofrido, mas acabámos por vencer. Estou muito feliz pelo título obtido."
Jogador Benfica Artur Lourenço:
"Acima de tudo, há que realçar o nosso espírito de equipa que fez com que levássemos de vencida esta equipa do Porto. É uma vitória com um sabor especial porque acabou por nos dar o título de campeão nacional."
Texto: André Pereira.

08.06.2008 21:14h | Ocultar ou Mostrar Comentários |
Juvenis A
Dia 08.06.2008, às 11:06, henriquesalgado disse...
Vamos... fazer com que resulte um resultado que venha a "ajudar" terceiros!!!!!
Dia 08.06.2008, às 11:07, henriquesalgado disse...
"com que resulte um resultado"... não será português do melhor... mas entenderam o que quis dizer... eheheheheheh!!!!!
Dia 08.06.2008, às 11:09, Administração disse...
Sport Lisboa e Benfica:
1 - Fábio Pereira, 2 - Tiago Ribeiro, 3 - Roderick Miranda, 4 - André Campos (Capitão), 5 - André Dias, 6 - Abdel Vieira, 7 - Toumany Sambou, 8 - Ruben Pinto, 9 - Nélson Oliveira, 10 - Lassana Camará, 11 - Domingos Silveiro.
Suplentes:
12 - Fábio Reis, 13 - Pedro Ferreira, 14 - Paul Keita, 15 - André Delfino, 16 - Diogo Figueiras, 17 - Artur Lourenço, 18 - Silvério Camará.
Dia 08.06.2008, às 11:13, Administração disse...
Futebol Clube do Porto:
1 - Maia, 2 - Paulinho, 3 - Bruno, 4 - Ramon, 5 - Anjo, 6 - Sérgio Oliveira, 7 - Claro, 8 - Dias, 9 - Filipe, 10 - Amorim (Capitão), 11 - Alex.
Suplentes:
12 - Tiago, 13 - David, 14 - José Pedro, 15 - Luís, 16 - Cardoso, 17 - Serginho, 18 - Caetano.
Dia 08.06.2008, às 11:18, tards disse...
nunca pensei trocer pelo benfica mas hoje espero bem que ganhem mas só por uma bola a zero!!
Dia 08.06.2008, às 11:25, Administração disse...
SLB 0 - 1 FCP
Golo de Filipe aos 24 minutos.
Dia 08.06.2008, às 11:44, Administração disse...
SLB 0 - 1 FCP ao intervalo.
Dia 08.06.2008, às 11:59, superkinas disse...
No final se fazem as contas, mas vai muito bem encaminhado, para uma equipa que tem só dois jogadores, 3 no maximo da selecção nacional é muito bom. Ainda por cima lutando com equipas que sao a base da selecção nacional.
Dia 08.06.2008, às 12:01, Scp_sempre disse...
Sérgio Oliveira expulso aos 45m
Dia 08.06.2008, às 12:07, Administração disse...
Vermelho directo aos 46 minutos para Sérgio Oliveira.
Aos 51 minutos sai Ruben Pinto e entra Silvério Camará.
Aos 52 minutos sai Filipe e entra Caetano.
Dia 08.06.2008, às 12:10, madjer87 disse...
lá tinha que vir a expulsão...
Dia 08.06.2008, às 12:14, Administração disse...
substituição
Aos 60 minutos sai Domingos Silveiro e entra Artur Lourenço.
Dia 08.06.2008, às 12:15, Administração disse...
substituição
Aos 62 minutos sai Tiago Ribeiro e entra Diogo Figueiras.
Dia 08.06.2008, às 12:32, 01071906 disse...
Tou a ver que o benfica continua a ser o refugo da formação de jovens jogadores.
Que tristeza...
Dia 08.06.2008, às 12:34, Administração disse...
1 - 1 Silvério Camará.
Dia 08.06.2008, às 12:38, Administração disse...
2 - 1 Diogo Figueiras.
Dia 08.06.2008, às 12:42, Administração disse...
Terminou. Benfica venceu 2 - 1.
Dia 08.06.2008, às 16:36, klm disse...
ENFIM LÁ GANHARAM QUALQUER COIZITA ESTE ANO!!!
PARA O ANO MAIS UMA CARRADA DE ESTEANGEIROS PARA A CAIXA CAMPUS PARA TENTAR GANHAR MAIS QUALQUER COISA! E OS JOGADORES PORTUGUESES QUE SE LIXEM!!
Dia 09.06.2008, às 01:05, santos disse...
Sr. Administrador do site:
Parece-me que deveria ter mais cuidado em deixar o pseudo-jornalista André Pereira escrever coisas como "mas esta escapa-lhe da mão e entra na baliza. Um lance em tudo idêntico ao que sucedeu no Benfica-Porto na época 2004/2005, quando Baía retira a bola de dentro da baliza. Desta vez, o árbitro ajuizou bem", Esse senhor é alguem pra julgar esse célebre lance com tanta certeza? É que eu e muitos continuamos a considerar que não foi golo mas isso para aqui nem interessa nada! Interessa sim o descaramento com que se diz "Baía retira a bola de dentro da baliza. Desta vez, o árbitro ajuizou bem". Fazer a analogia com esse lance para as pessoas perceberem como foi o golo é óptimo mas o juízo relativamente ao lance do jogo de 2004 é no mínimo vergonhoso e mesmo muito descarado!
Creio que qualquer pessoa de boa fé concordará com isto independentemente do clube a que se é afecto pois no caso é irrelevante.
cumprimentos e parabéns por este site FANTASTICO! Continuem!
Dia 09.06.2008, às 10:43, imago disse...
klm n digas uma coisa dessas q ate fica mal pra nos tb ,jogadores estrangeiros e oq n tem faltado ultimamente nas nossas escolas tb ,se calhar por isso e q perdemos o titulo
Dia 09.06.2008, às 11:37, andrefilipereira disse...
Sr. Santos,
Antes de mais, em nome de toda a equipa do “Academia de Talentos” agradeço os elogios e a preferência pelo nosso site.
Em relação à reportagem do jogo Benfica-Porto em juvenis e à sua apreciação gostaria de lhe pedir desculpa por não ter gostado tanto desta pequena parcela como, certamente, gostou do resto do texto. Pelo menos a única crítica (muito bem elaborada mas, perdoe-me, com muito pouco conteúdo) refere-se a cerca de 1/1000 da reportagem. Mas, como deve calcular, os jornalistas (e os pseudo-jornalistas também) não escrevem com o objectivo de agradar aos leitores, mas sim com o intuito de transmitir o que se passou da forma mais precisa e correcta possível. No entanto, também pode acontecer que o sujeito receptor não perceba ou tenha algumas dificuldades na compreensão.
Neste caso, fiz a analogia (que considero ideal) com esse célebre lance do Vítor Baía em que a bola, efectivamente, entrou na baliza. Não é uma opinião, mas sim uma mera constatação dos factos. Reconheço, porém, que foi um lance que causou dissabores a muita gente, mas quanto a isso não posso fazer nada.
Com os melhores cumprimentos,
Dia 09.06.2008, às 12:34, Administração disse...
Caro Sr Santos,
A ideia do André Pereira em mencionar o lance do Vitor Baia, presumo eu, foi para dar uma referência visual aos leitores, de forma a que pudessem visualizar e ter uma ideia de como foi o lance do golo no qual o GR Fábio Pereira não esteve ao seu melhor nível.
Quanto a aquilo que o incomoda a si, nomeadamente, o facto de o André ter opinado sobre a validade do golo em 2004, compreendo que fique agastado, mas é apenas a opinião do André, e ele por ser jornalista, seguramente não está impedido de forma alguma de opinar.
Agora, quando se refere ao André como sendo pseudo-jornalista... o André, tal como todos os elementos da Academia de Talentos tem um background muito extenso (os quais não vamos aqui escalpelizar) e que lhe posso garantir não se limita meramente ao jornalismo, pois queremos apenas jornalistas com experiência prática na área do futebol de formação, e o André é mais do que qualificado nesse sentido.
É um elemento que tem toda a nossa confiança, aliás, quem não tivesse conhecimentos (jornalísticos e futebolísticos) e serenidade e imparcialidade na análise dos lances, certamente não seria convidado para integrar (ou permanecer) o nosso staff.
Como o André diz e bem, o nosso propósito aqui não é fazer reportagens que agradem aos leitores (para isso, existem os jornais oficiais dos clubes), nós apenas devemos aos nossos leitores a nossa honestidade, toda a gente que está connosco sabe desde o primeiro dia que nesse capitulo não pode falhar.
Cumprimentos.
Dia 09.06.2008, às 14:18, santos disse...
Caros Srs Andre Pereira e administrador:
A milésmia parte de reportagem a que o Sr. André se reporta contém uma avaliação de um juízo polémico que está a milhas de ser unânime e reitero que é vergonhoso (ou talvez estejamos mesmo perante um jornal de clube que diz aquilo que agrada ao próprio clube e assumindo essa condição tudo se torna mais simples). Se leu atentamente e compreendeu aquilo que escrevi terá notado que elogiei a analogia com o lance em causa para as pessoas "visualizarem" a forma como ocorreu o golo. O que é altamente condenável e claramente indiciador de uma postura maracadamente parcial é dizer e repetir insistentemente que "efectivamente, entrou na baliza. Não é uma opinião, mas sim uma mera constatação dos factos" quando se refere ao tal lance de 2004! Aproveito para dizer que a mim não me causou dissabor nenhum nem sequer percebo que o possa ter feito a quem quer que seja.
Obviamente que se todos falam de futebol (políticos, jornalistas, sapateiros, tasqueiros etc...), o Sr. André também pode emitir a sua opinião. Só que eu parti do princípio que isto não era um artigo de opinião mas sim a análise de um jogo entre duas equipas em relação de oposição e que por esse facto a pessoa incumbida de o analisar deveria ser imparcial.
Quando vir nalgum jogo um atraso como o do polga para o Stojkovic, poderá dizer qualquer coisa do género "neste caso o árbitro deixou prosseguir o jogo e muito bem, pois tal como nesse porto-sporting o árbitro equivocou-se claramente".
Enfim, para dar a imagem a do lance não era preciso dizer "quando Baía retira a bola de dentro da baliza. Desta vez, o árbitro ajuizou bem" mas pronto... entendo que haja interesse em dizer imprecisões deste teor!
Apenas lhes lembro que formação jornalística não é formação em "O Mundo e Outros Assuntos" pois cada qual tem a sua área de formação específica e a minha é o futebol nas suas inumeras vertentes. Todos podem falar do que entederem mas para serem honestos devem revelar à priori as suas motivações pois aí já ninguém pode criticar. Uma dos aspectos principais do "ser JORNALISTA" é ser imparcial quando nada leva a crer o contrário. Nos jornais desportivos há cronistas para cada clube e aí parte-se logo do principio que aquelas linhas são de algume que está ali com um propósito que não tem necessariamente de ser imaparcial. Aqui julguei que tivesse!
Dia 09.06.2008, às 17:25, Administração disse...
"Quando vir nalgum jogo um atraso como o do polga para o Stojkovic, poderá dizer qualquer coisa do género "neste caso o árbitro deixou prosseguir o jogo e muito bem, pois tal como nesse porto-sporting o árbitro equivocou-se claramente"."
Sim, esse lance também é um lance de referência, tal como o do fiscal de linha que não viu o golo da União de Leiria, ou outro que não viu a mão de Ronny, ou o golo de Beckham do meio-campo, a defesa escorpião de Higuita, o 2 golos de Maradona à Inglaterra, ou tantos outros lances que são referências na memória de qualquer adepto e podem ser utilizados para dar uma ideia de como se desenrolou um lance.
Também se falou aqui recentemente do golo de Maniche à Holanda no Euro 2004 como referência. Falou-se do golo de Figo ao Man Utd em 2003, falou-se do golo de Van Vasten à URSS. Fala-se de tantos lances por aqui, esse foi apenas mais um...
Dia 10.06.2008, às 11:10, klm disse...
imago..........onde é que nós temos a carrada de estrangeiros no f.c.p que tem os lamps?
que eu saiba nem de perto nem de longe se pode comparar tal situação e ainda bem!!!!!
como disse para o ano em juvenis com a equipa que foi campeã o ano passado en iniciados se não houver uma grande sangria(vai haver)o f.c.porto tem uma excelente equipa e vai dar cartas no campeonato!
PORRRRRRRRRRRRRRRRTO
Dia 11.06.2008, às 14:16, andrefilipereira disse...
Sr. Santos,
Reconheço, novamente, que o lance a que me reportei causou bastante polémica, porém, não vejo razão para tanto alarido uma vez que, e volto a afirmar, a bola entrou. Sinceramente, não consigo entender onde está a dúvida. E, ver a bola a entrar na baliza ou não querer ver, não nos coloca, certamente, de um dos lados da barricada. Não é por ter visto ou por não o ter feito que sou de um ou de outro clube. Nem é isso que está em questão, julgo eu. Este jornal não tem qualquer vínculo clubístico e tem como objectivo principal transmitir a verdade dos factos, pautado pela imparcialidade.
É verdade que todos falam de futebol – e não vejo qual o mal disso. No entanto, a nível profissional, as análises devem ser feitas de uma forma que se coadune com a respectiva profissão, neste caso, a de jornalista. O dever de imparcialidade é o pilar pelo qual todos nós, jornalistas, nos devemos reger e não vejo onde o transgredi. A não ser que ver e analisar os lances com olhos de ver seja considerado uma infracção.
Eu sei bem o que é formação jornalística, mas agradeço o facto de me tentar informar. Aliás, se necessitar de algum tipo de informação/formação jornalística, estou ao seu dispor. Se bem que, para falar sobre um determinado assunto, não faz mal nenhum ter formação em “O Mundo e Outros Assuntos”.
Cumprimentos,
Dia 12.06.2008, às 15:46, santos disse...
Depois de reafirmar que a tal bola entrou sem margem para dúvidas estamos conversados. Resta-me agradecer-lhe a disponibilidade para me dar formação jornalística. Qualquer dia vê-lo-ei num painel de árbitros de um reputado jornal nacional pois nem esses "Magos do Saber" conseguiram fazer uma análise tão profícua desse caso o que, na minha modesta opinião, releva ainda mais as suas qualidades de observador imparcial! Mais uma vez parabéns e votos de muitos sucessos!
Sendo esta a minha última intervenção vou só voltar a explicar ao Sr. Administrador que (na minha opinião) foi positivo fazer a analogia entre os lances. O que já não foi nada salutar foi emitir um juízo com certeza de um lance que não é unâmime sem qualquer necessiade de o fazer. Claro que não tem nada a ver com o lance do golo do Paços em alvalade pois esse é claramente visível e não tem nada de polémico! Eu já tinha dito isto mas como me pareceu que não entendeu o fulcro do meu reparo acheio por bem voltar a explicar.
Para vós e para todos os meus cumprimentos
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