Rafael Benítez está “aberto a todos os bons países” em meio a ligações com o cargo vago de treinador da Escócia.
A Escócia procura um novo treinador depois que Steve Clarke renunciou após a eliminação na fase de grupos da Copa do Mundo.
Uma vitória sobre o Haiti deu à Escócia a sua primeira vitória numa Copa do Mundo desde 1990, e eles disputaram pela primeira vez a fase final desde 1998, mas derrotas subsequentes frente ao Marrocos e ao Brasil os impediram de chegar às oitavas de final pela primeira vez.
A Escócia volta à ação na Liga das Nações da UEFA em setembro, quando vão para a Eslovênia.
E o ex-treinador do Liverpool, Real Madrid e Inter de Milão não descartou a possibilidade de estar à frente da equipa nesse jogo.
“Estou aberto ao futebol internacional,” disse Benítez, que esteve recentemente à frente do Panathinaikos, à Sky Sports News.
“É uma forma diferente, é uma abordagem diferente. Existem jogadores que entram completamente motivados e, então, pode-se organizar a equipa de forma a que se sintam orgulhosos do país.
“Não é como no Panathinaikos, com 33 jogadores no plantel. Então como pode motivar os que não vão jogar nenhuma partida?”
“A seleção nacional é diferente, por isso é outro desafio. Sim, pode ser interessante.”
“Qualquer país que possa oferecer-lhe a possibilidade de fazer algo, de conseguir algo, de alcançar algo.”
Questionado especificamente sobre o cargo na Escócia, Benítez respondeu: “Estou aberto a todos os bons países, sim.”