O capitão do Paris Saint-Germain, Marquinhos, disse que a ética de trabalho e a mentalidade do clube têm sido determinantes depois de terem alcançado pela segunda vez consecutiva a final da Liga dos Campeões.
O time francês empatou 1-1 com o Bayern de Munique no Allianz Arena na quarta-feira, assegurando uma vitória por 6-5 no agregado para marcar uma final contra o Arsenal em Budapeste no dia 30 de maio.
“Temos trabalhado muito para isto desde o primeiro dia da época,” disse Marquinhos após a partida.
“Quisemos viver este momento novamente. Queríamos chegar a esta fase da época com golos como este ainda por lutar.”
‘Uma jornada longa e difícil’
O jogador de 31 anos refletiu sobre o seu longo período em Paris depois de ajudar o PSG a chegar a uma terceira final da Liga dos Campeões durante o seu tempo no clube.
“É incrível,” disse. “Outra final.”
“Em 13 anos no clube, este foi o quinto semifinal e agora a terceira final. Pode ver o quão longe evoluímos. Tem sido uma jornada longa e difícil.”
Marquinhos também descreveu o duelo contra o Bayern como dois jogos exigentes que levaram o PSG ao limite antes de, finalmente, conseguirem passar.
PSG mantém-se firme antes do confronto com o Arsenal
Apesar de o PSG manter-se na corrida para mais um título da Ligue 1 e da hipótese de defender a sua coroa europeia, Marquinhos insistiu que ninguém no clube está a entusiasmar-se demais.
“Não podemos cair nessa armadilha,” disse ao ser questionado sobre enfrentar o Arsenal.
“Eles são uma equipa formidável. Jogo contra eles na última temporada e foi um dos jogos mais difíceis que tivemos.”
“Uma final é um jogo. É 50-50,” acrescentou.
‘Ainda não vencemos nada’
Marquinhos também apontou a influência do treinador Luís Enrique, do diretor desportivo Luís Campos e do presidente do clube Nasser Al-Khelaifi na construção da atual equipa.
“Temos de manter a calma porque ainda não vencemos nada,” disse.
“Cada jogador tem de dar tudo em campo. Esta mentalidade vem do treinador, de Luís Campos e do presidente.”
“Para chegar a uma final da Liga dos Campeões, é preciso que todos estejam. Acho que mostramos que a coesão é a nossa maior força.”